Prova de Vida INSS 2020 – Como Funciona?

O Instituto Nacional do Seguro Social exige que todos os anos os beneficiários aposentados e pensionistas da instituição realizem a prova de vida INSS. Para isso, neste ano, o INSS desenvolveu um projeto para a realização da prova de maneira online, com o uso de celulares. Entre os objetivos da nova proposta está seguir as orientações de prevenção contra o coronavírus e garantir a segurança dos beneficiários.

Lembrando que uma das maiores queixas dos Aposentados e Pensionistas do INSS é precisar se deslocar todos os anos, até uma agência bancária, para fazer o recadastro anual do INSS. Pensando em facilitar essa rotina, a prova de vida pelo celular, começou a ser testada.

Continue lendo este artigo e saiba o que muda com a nova tecnologia estará disponível aos segurados.

Prova de vida INSS pelo celular

Vale ressaltar que o recadastro anual serve para o INSS identificar quem são os segurados e se estes se mantêm vivos, de um ano para o outro. Com a prova, fica garantido o pagamento do benefício, sem interrupções. O objetivo é minimizar fraudes e créditos indevidos – que ainda não bem comuns.

Como já mencionamos, em 2020, diferente dos anos anteriores, o INSS vai adotar um novo procedimento e fará pela primeira vez a prova de vida pelo celular. Dessa forma, os segurados não precisam ir pessoalmente até uma agência bancária, podendo realizar o processo de qualquer local, a partir de um celular ou dispositivo conectado a internet.

Reconhecimento facial via Selfie

Antes, a comprovação de vida era validada pela presença do segurado em uma agência bancária, pela leitura biométrica da digital e ainda pela apresentação de um documento pessoal e original com foto.

Tenha em mente que o processa feito pela internet possui a mesma lógica, com a vantagem de poder ser feito online.

Para isso, a prova de vida pelo celular e o reconhecimento facial serão feitos via selfie. Ou seja, o segurado terá que tirar uma foto do seu rosto, para facilitar a identificação. Um detalhe importante é que o idoso ou segurado terá que utilizar o seu aparelho próprio para  tirar realmente uma selfie e enviar pela plataforma oficial – o Meu INSS.

Será preciso ainda utilizar outro aplicativo: o Meu Gov.Br. Ambos são tecnologias desenvolvidas pelo Governo Federal e, portanto, único meio oficial para fazer a sua nova prova de vida.

Que fique claro que esse mesmo procedimento de reconhecimento facial é mais seguro. Ele á é utilizado na abertura de contas digitais em bancos ou em solicitação de empréstimos consignados, por exemplo.

Análise e cruzamento de informações pessoais

Após enviadas, as imagens recebidas serão avaliadas e, a partir de vários bancos de dados, será feito o cruzamento de todas as informações, para comprovar que o segurado da foto é quem realmente diz ser.

Por fim, os documentos oficiais como CNH (Carteira Nacional de Habilitação) ou Título de eleitor também podem ser utilizados como base comparativa pela Previdência Social.

Quando começa a prova de vida em 2020?

A prova de vida pelo celular e com selfie para Aposentados e Pensionistas ainda é um teste inicial, que teve início em agosto.

Para a primeira fase experimental, o INSS selecionou apenas uma parte dos segurados. Esse grupo será composto por cerca de 500 mil segurados que serão convocados e comunicados diretamente sobre o novo processo.

No caso dos demais segurados que não participarem do teste, continua a valer a prorrogação do prazo dessa obrigatoriedade, até segunda ordem do próprio INSS.

Quem precisa fazer prova de vida em 2020?

Trata-se de uma obrigação anual dos segurados, por isso também é chamada de recadastramento. Em outras palavras, a cada doze meses o beneficiário precisa provar que está vivo, para garantir o recebimento do dinheiro todo mês.

Sendo assim, devem fazer a prova de vida todos os Aposentados e Pensionistas que recebem pelo INSS. Isso, independentemente da idade, do tipo de benefício recebido ou da forma de recebimento (recebem o pagamento via conta-corrente, conta-poupança ou cartão magnético).

Mas se você recebe o benefício há menos de 12 meses, ou seja, teve o benefício aprovado recentemente, ainda não precisa fazer o recadastramento.

Esse é um procedimento do INSS, realizado desde 2012, para evitar e reduzir o número de fraudes.

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